domingo, 18 de setembro de 2011

Não me faça pensar!


O autor de Dont make me think, Steve Krug, traz uma opinião irreverente sobre as boas práticas da web, já que a palheta de opções de produção excedeu ao estimado.


Na maior parte do tempo na internet, as pessoas não querem ser atraídas; elas querem fazer algo, e tentativas de atraí-las que interfiram com sua missão atual são vistas como irritantes, inconvenientes e o pior tipo de estratégia de vendas. Tentativas de adicionar efeitos quase sempre atrapalham o navegador. Krug relata em seu livro que um site precisa dar às pessoas as informações que elas estão buscando como se o site fosse feito exclusivamente para esclarecer essa questão. 

O vício de programação é um exemplo, muitos programadores testam e testam suas telas achando que estão em perfeito funcionamento e fáceis de utilizar, porém eles não consideram muitas hipóteses de usabilidade que podem fazer a real diferença na hora de estimar a quantidade acessos do público alvo.

Para colocar em prova as questões de atrativos versus usabilidade, Steve Krug,como líder e comunicador de sua agência em Nova York, levou todos os seus programadores para desenvolver um site (uma demanda real) em um quarto de hotel, com a internet de lá. Essa foi a forma que ele encontrou de educar na prática o que não estava conseguindo mostrar apenas em conceitos. 

A moral é que podemos fazer muitas coisas para que o site tenha boa aparência, mas apenas se isso não for as custas de fazê-lo funcionar bem.

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