Até agora discutimos o uso da comunicação como principal foco na arte de liderar. Porém, é necessário analisar a perspectiva da comunicação influenciando um líder, ou seja, a comunicação externa aos gerenciadores de equipe.
O estímulo atual das empresas, proporcionando vivencia entre os colaboradores a fim de mantê-los engajados para um mesmo objetivo corporativo, dá abertura para críticas à superiores. Essa conseqüência faz parte dos novos métodos de comunicação adotados por empresas. Em uma organização, todas as pessoas e fatos estão, direta ou indiretamente, interconectados. Qualquer fato novo, bem como qualquer atitude nova, afetará a gestão de um líder e possivelmente os resultados dos negócios.
O comportamento dos líderes estabelece um código de conduta moral para seus liderados. Por esse motivo o velho esquema de “faça o que eu falo e não o que eu faço” não é mais considerando operante atualmente. O gestor deve estar atento à comunicação que é especulada por traz de sua liderança, para então tomar os caminhos e providências necessárias para que isso não interfira no modelo de trabalho sugerido. É essencial compreender a empresa como um conjunto de pessoas unidas por um sonho coletivo, sonho que somente podem construir juntas, em regime de interdependência. Egoísmo em empresas é um profundo elemento desagregador. Não há comprometimento verdadeiro na presença do egoísmo gerado por falatórios dentro da própria equipe.
A atividade de um líder e de um gestor não está, e jamais esteve restrita às ações de medir, controlar e supervisionar. Ele apenas deve influenciar por meio de suas atitudes melhores respostas de condutas para as dificuldades do dia-a-dia.

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