segunda-feira, 18 de abril de 2011

Uma nova abordagem sobre a liderança


O novo perfil de liderança exigida no mercado é muito mais abrangente do que seus predecessores. O novo líder deve estar apto fazer um bocado de coisas simultaneamente: deve ser hábil na arte de comunicar, aprimorar os relacionamentos com os subordinados, advertir na resolução de problemas, ser sensato na tomada de decisões participativas, e, como aconselhado previamente, saber ouvir.

Por isso, subentende-se que o líder necessita ficar alerta a várias possibilidades ao mesmo tempo. Ele precisa ser simultaneamente pioneiro, gerenciador, organizador e orientador. Alguma dessas competências pode acabar se destacando sobre as demais, singularizando e caracterizando mais fortemente a conduta do líder.

Existem vários tipos de classificações da liderança. Ela pode ser ilusória como pode ser, também, profunda e intensa. Ela pode ter um enfoque limitado, ou amplo e abrangente. Trata-se de um princípio de ajustamento que deve levar em conta vários e diferentes vetores, como a empresa, sua composição, estrutura organizacional e sua cultura corporativa. O nível de profundidade e de abrangência depende de cada situação. Todas essas características são passíveis de se transformarem. Assim, é necessário o fortalecimento do ambiente de liderança dentro da organização.

Por isso, deve-se enfocar preceitos básicos e essenciais: capital humano, aprendizagem, aptidões, performances, resultados, e futuro. Disso dependerá o sucesso do líder.

Dessa maneira, é importantíssimo que o líder conheça as ambições e aspirações, obstáculos e desafios do liderado, para poder auxiliá-lo a identificar suas dificuldades e as possíveis soluções alternativas. É necessário ter consciência das atitudes do liderado, seus princípios, valores pessoais, e padrões de comportamento. A liderança se baseia em um comprometimento de amparar e ajudar as pessoas na realização de suas as metas, nunca antes alcançadas. Para que o êxito seja garantido, o conhecimento mútuo é indispensável.

A emoção também se torna imprescindível. O líder deve educar sua inteligência emocional para poder interagir com o liderado, e até mesmo lidar com reações negativas dele. Precisa gerar uma atmosfera de trabalho acolhedora e prazerosa. Deve estar ciente de que seu cargo hierárquico é passageiro e transitório e valorizar o trabalho em equipe torna a função gerencial em uma oportunidade de desenvolvimento e ascensão para todos.

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